De uma forma geral, a fisioterapia deve ser iniciada o mais precocemente possível. Isso porque, como já exposto anteriormente, aspectos presentes como a hipotonia e a frouxidão ligamentar implicam em atraso nas fases do desenvolvimento e aumenta o risco de luxações articulares.

Mas devemos ficar atentos à ocorrência de comorbidades, como disfunções cardiorrespiratórias, da tireóide, entre outros. Por este motivo, é tão importante a consulta com o pediatra para avaliar cada caso. Assim que liberado das condições clínicas, mão à obra! Com adequada intervenção da fisioterapia, o bebê vai se favorecer na ativação e força musculares, estabilidade das articulações, transferência de peso e aquisição dos marcos motores! Isso irá auxiliar o bebê a se desenvolver de maneira mais funcional, construindo uma base sólida para novas conquistas, como alimentação, cognição, respiração e coordenação motora fina.

Os bebês com Síndrome de Down possuem alto potencial para se desenvolver em todos os aspectos, desde que estimulado corretamente e precocemente. Quanto mais tempo esperar para iniciar a intervenção, mais lacunas irão aparecer e movimentos indesejados podem ser “aprendidos” por eles, podendo assim, aumentar o risco de lesões futuras.

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